Reduza o Time to Value (TtV) da sua empresa com essas seis tecnologias (Parte 2)

O que é o Time to Value você já sabe, certo? Basicamente, é um conceito no ambiente empresarial usado para apontar o “time box” entre a identificação de uma necessidade específica, uma capacidade, um valor para o negócio e o momento em que esse valor começa a ser tangibilizado, efetivado, seja ele quantitativo ou qualitativo. Ou seja, quanto tempo leva para começar a retornar o resultado esperado.

Com isso em mente, na primeira parte da nossa série de conteúdo sobre o assunto, mostramos seis tecnologias que reduzem o Time to Value nas empresas. Agora, nesta segunda parte, você irá conferir as restantes. Veja mais!

MVP

Um Produto Mínimo Viável (Minimum Viable Product) é uma abordagem baseada na investigação e aprendizado constante sobre clientes, mercados e seu produto ou negócio. O MVP ganhou notoriedade com o livro Startup Enxuta, de Eric Ries e a tônica poderia ser enunciada da seguinte forma: erre mais cedo para acertar mais cedo. Assim, você antecipa problemas e faz correções mais cedo para realmente obter resultados também mais cedo.

ABAIXO A CUSTOMIZAÇÃO

Eventualmente, é necessário que você adeque um software de pacote à realidade de um processo específico. Mas, um alto grau de customizações pode ser um tiro no pé. Pode agregar mais custos para as manutenções e, principalmente, gerar complexidade nas atualizações e incorporação de inovações. Assim, a utilização de soluções mais “plug and play” é a garantia de incorporar mais rapidamente inovações, em especial se associados aos modelos Cloud e SaaS.

DEVOPS

É um modelo de desenvolvimento e entrega de projetos baseado na integração maior de equipes, agilidade, automação e otimização do processo de desenvolvimento e delivery. Esse modelo melhora o fluxo de trabalho, a comunicação e a colaboração. Além de reduzir os recursos empenhados, o DevOps possibilita reduzir tempo de projetos e com isso trazer mais cedo os resultados e valores que se buscam na organização.

IN MEMORY

A grande quantidade de dados disponíveis em sistemas variados gera mais necessidade de gerenciamento e análise. Consequentemente, mais capacidade e agilidade para a análise. Na computação tradicional, informações são armazenadas em discos e exigem que a memória do computador seja ocupada quando estamos tentando localizá-la.

Na in-memory computing, os dados já ficam guardados na memória. Assim, quando precisam ser analisados, já estão disponíveis, o que reduz drasticamente o tempo de processamento. Mais uma vez, a vantagem é a velocidade. Mais rapidez na análise. Mais rapidez na decisão. Inovações e ganhos trazidos para o presente.

SHARED ECONOMY

A economia do compartilhamento baseia-se no consumo de produtos e serviços de forma compartilhada por uma comunidade, geralmente conectada por uma plataforma on-line. Uber, Air BnB, Yellow são exemplos clássicos.

Assim, cresceu nos últimos anos a ideia de deixar de possuir um automóvel para ao invés disso compartilhar um com outros usuários com a mesma necessidade, como UBER. Aos poucos, fomos descobrindo que os custos daquela casa de praia poderiam ser divididos com outras pessoas, como no AirBnB.

Ao invés de adquirir um bem, ter acesso a um serviço. Essa é a filosofia. Para uma empresa elimina-se Capex e o Time to Market.

AGILE

É uma metodologia e uma filosofia. Antigamente, os projetos de software eram grandes, custosos e demorados. É com metodologias ágeis que se fazer valer a ideia do MVP. E aquela ideia de check and adapt. O Agile transforma um grande projeto em uma série de projetos menores. Por sua vez, são divididos em sprints (um time box) para execução de atividades, tarefas e entregáveis. Ou seja, entrega produtos desde as fases iniciais e assim minimiza-se retrabalho, desenvolvimento desnecessários. A filosofia começa a permear outras áreas da empresa e não só desenvolvimento de software.

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